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BAH!rulho

Pedro Nascente inicia nova turnê por Novo Hamburgo

Músico hamburguense fará série de shows apenas com composições próprias. Tour inicia no Share Pub, em Novo Hamburgo, nesta sexta-feira.

Divulgação
Pedro Nascente inicia a Back to the Start Tour nesta sexta-feira
O cantor e compositor hamburguense Pedro Nascente está carregando a Kombi "Frô" com violões e gaitas de boca para dar início à sua primeira turnê 100% autoral. Com dois discos – Back To The Start (2017) e Delírios Sob a Noite Sem Cor (2015) – e um EP – A Princesa (2016) – lançados, o músico fará shows pela região metropolitana de Porto Alegre, passando pelo interior do Estado e seguindo até o litoral. A bordo da Kombi "Frô", Pedro vai levar o repertório de seu mais recente disco, Back to the Start, e dos seus outros trabalhos, para pubs, calçadas, praças e praias. "Vai ser um lance mais intimista, bem no clima do disco", destaca, falando sobre a pegada folk/rock/blues de Back To The Start.

Começando no Share Pub, em Novo Hamburgo, no dia 24 de novembro, a Back to The Start Tour contará com repertório 100% autoral e surpresas audiovisuais pensadas para expandir o diálogo com o público de maneira interativa, sem perder o intimismo do álbum ou a qualidade da performance. A turnê terá duração de três meses. Além de Novo Hamburgo, ele irá passar por Porto Alegre, Pelotas, São Leopoldo, Xangri-lá, Passo Fundo e Garopaba, além de outras cidades que serão incluídas ao longo da estrada.

O cara ainda está preparando, para o dia 26 de janeiro, o lançamento de um novo single com videoclipe inspirado na turnê. A canção In Vain é uma inédita de Pedro Nascente, gravada nos estúdios Soma e Cafofo do Gringo, em Porto Alegre, e masterizada por Marcos Abreu. Pra entrar no clima, o Bah!rulho separou os vídeos de Hold On, segunda faixa de Back To The Start, e de Canção de Amor, música que fecha o EP A Princesa. Tu também pode conferir na íntegra o disco mais recente do Pedro Nascente. Se liga aí:

Acústicos & Valvulados faz show em Três Coroas

Banda está em turnê comemorativa dos seus 25 anos de estrada. Show de abertura será de Chico Paz.

O Acústicos & Valvulados está comemorando 25 anos de estrada. E a banda chega a Três Coroas no domingo (19/11) para um show no Centro de Cultura (Rua Luiz Volkart, 215). A apresentação está marcada para as 19 horas. A abertura da noite ficará por conta de Chico Paz, músico de Taquara que acabou de lançar o disco Caminho. O repertório da turnê 25 Anos do Acústicos & Valvulados é baseado na coletânea Diamantes Verdadeiros – O Top 10 da Era do Rádio, que traz regravações dos maiores sucessos da banda. Os ingressos custam 30 reais (promocionais) e 50 reais (na hora). Se liga aí:

Maus Tempos, Bons Tempos é o novo disco da Uranius Blues

Show de lançamento do álbum, nesta quinta-feira, no Auditório do Prédio H da Faculdades EST, em São Leopoldo, tem entrada gratuita.

Divulgação
Arte da capa do disco é do ilustrador Gabriel Renner
A Uranius Blues, de Novo Hamburgo, está lançando disco novo. Maus Tempos, Bons Tempos conta com 13 composições autorais, entre músicas inéditas e outras que já faziam parte do repertório da banda. O show de lançamento do álbum será nesta quinta-feira (09/11) no Auditório do Prédio H da Faculdades EST, em São Leopoldo, com entrada gratuita. A apresentação encerra a Semana da Música, evento já tradicional da Faculdades EST, e está marcada para as 19h30. Na semana seguinte, dia 16/11, a Uranius Blues lançará o disco em Porto Alegre, no Espaço Cultural 512. Depois, no dia 25/11, o grupo apresenta o novo trabalho em Novo Hamburgo, na Elementum Temple.

Gravado e mixado no Ampli Studio, em São Leopoldo, por Roberto Coutinho e Chico Pereira, e masterizado no JoyRide Studio, em Chicago (EUA), por Blaise Barton, Maus Tempos, Bons Tempos foi contemplado com o financiamento do Fundo de Cultura, pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Leopoldo. O trabalho conta com a participação de músicos convidados, como o chileno Gonzalo Araya tocando harmônica, Dejeane Arruée nos trombones e Bruno Nascimento no trompete.

Formada por Uranio Laureano (vocais e sax tenor), Tiago D’Andrea (pianos e hammond), Rafael Salib (guitarras, violão e backing vocals), Samuel Moraes Bolacel (contrabaixos elétrico e fretless) e Paulo Barros (bateria e percussão), a Uranius Blues já tinha lançado um EP, em 2012, e um DVD. O novo álbum traz toda a produção autoral da banda, com regravações das quatro faixas do EP e também do DVD. O disco, em CD, já estará à venda no show desta quinta-feira em São Leopoldo. Nos próximos dias, também deve estar disponível em plataformas de streaming como o Spotify. O Bah!rulho conversou com Tiago D’Andrea e Rafael Salib para saber um pouco mais sobre esse lançamento. Se liga aí:

O que mudou na banda do primeiro EP para esse disco?
Tiago D’Andrea - Poderia dizer que mudou bastante. Ou que não mudou quase nada. Os dois estariam corretos. Bom, os integrantes são os mesmos, a essência da banda é a mesma, o clima é o mesmo. Mas, por outro lado, ocorre um amadurecimento natural de qualquer músico no período de quatro ou cinco anos. A gente vai agregando experiências, tanto musicais como de vida, e isto se reflete na maneira de tocar, de se expressar. Em termos mais objetivos, o que mudou é que acrescentamos composições novas que não existiam na época em que foi gravado o EP e o DVD.

Houve preocupação em mudar de alguma forma a sonoridade ou a ideia era mesmo manter a linha dos primeiros trabalhos?
Tiago D’Andrea - A sonoridade mudou naturalmente, cada composição tem uma sonoridade própria e distinta das outras. Os sons que foram regravados mudaram um pouco em função do amadurecimento natural, da forma que foi gravado, mas continuam os mesmos em essência. Já os temas que estamos gravando pela primeira vez, são experiências únicas. E são temas bem distintos, tem um blues bem raiz, com guitarra slide e violão, que conta uma história interessante e fica pesadíssimo no refrão, tem um blues-funk com naipes de sopros, tem um belíssimo tema instrumental e tem um... o que mesmo?

Rafael Salib - Blues/salsa que alguém pode ouvir e dizer que é um blues/rumba, ou talvez um blues/samba. O mais certo é que o som faz balançar.

Como foi o processo de composição, produção e gravação?
Rafael Salib - Entramos em estúdio ainda em novembro de 2016 para organizar a pré-produção. Ficamos até início de janeiro nesse processo. Durante esse tempo amadurecemos as composições novas e testamos os novos arranjos para as músicas que já tocávamos, além de gravar tudo para testar o resultado estético sonoro. Em março de 2017 fomos para o Ampli Studio gravar o disco valendo. Gravamos tudo com muito cuidado e acompanhados de músicos que entenderam a nossa sonoridade e contribuíram com nosso som. Além da banda tocaram o gaitista chileno Gonzalo Araya, a trombonista Dejeane Arruée, Bruno Nascimento no trompete, Chico Pereira em alguns vocais e Vinícius Damásio no sax barítono. Os profissionais do Ampli Studio também trataram muito bem do nosso som. De março até outubro nós gravamos todo mundo e mixamos o disco. Em seguida o material foi mandado para os Estados Unidos, onde foi masterizado pelo Blaise Barton, no JoyRide Studio. Blaise Barton é um grande engenheiro de som que já mixou e masterizou nomes importantes da música como Elmore James, Pinetop Perkins, Magic Slim e tantos outros. Ficamos contentes com a oportunidade de masterizar nosso material com ele e ficamos contentes com o resultado sonoro do disco também. E ainda tem a arte gráfica do CD, que foi criada pelo talentosíssimo Gabriel Renner.

De que forma as participações especiais contribuíram para as novas músicas?
Tiago D’Andrea - As participações especiais contribuíram bastante. A música que dá título ao álbum "Maus Tempos, Bons Tempos" é um blues bem tradicional ao estilo Muddy Waters. Esta composição pede o som de uma harmônica (gaita de boca), instrumento que não temos na formação da banda. Então convidamos o fantástico gaitista chileno Gonzalo Araya para gravar essa faixa conosco. Para algumas faixas nós compusemos arranjos para naipes de sopros, o Uranio e o Rafael escreveram tudo em partituras. Então, o Rafael Salib convidou a Dejeane Arruée, Bruno Nascimento no trompete e Vinícius Damásio no sax barítono. O Chico Pereira, que é um dos técnicos do Ampli Studio participou também em alguns vocais. No conjunto da obra, as participações deram ao disco um clima de uma produção mais refinada. Valeu muito a pena!

São quantos anos de estrada? Esse tempo todo tocando juntos e a maior experiência ajudam a "azeitar" as máquinas?
Tiago D’Andrea - Estamos desde 2011 com a mesma formação, então são seis anos. Mas a banda começou a surgir lá por 2008, já com o nome Uranius Blues e já com os três integrantes atuais, Uranio, eu e Paulo Barros. Interessante comentar que a entrada dos integrantes mais recentes, o Rafael Salib e o Samuel Moraes, fizeram a banda se desenvolver muito, com uma pegada mais profissional. Eles agregaram muita qualidade à banda. E o fato de tocar junto há bastante tempo influencia sim, muitas coisas se tornam automáticas e a música acaba fluindo bem.

Qual a expectativa de vocês para esse novo trabalho?
Rafael Salib - Esperamos que as pessoas tenham a experiência de ouvir nosso novo disco na sua íntegra, para que possam sentir todos os nuances dele. A ideia principal é lançá-lo este ano, com os shows em São Leopoldo, Porto Alegre e Novo Hamburgo. Em 2018, seguiremos divulgando esse material com mais e mais shows, quem sabe em outras regioes do Brasil também. O disco está sendo lançado esse ano nas plataformas digitais (spotify, itunes) principalmente, e no formato de CD. Para 2018 estamos organizando o lançamento desse álbum em formato vinil. A expectativa é que, independente da mídia, as pessoas possam ter acesso à nossa música, e que interajam com ela seja ouvindo no streaming ou/e indo aos shows futuros.

Ras Bernardo sobe ao palco do Bar do Gago neste sábado

Lenda do reggae brasileiro fará show em Novo Hamburgo com abertura da No Apartheid.

Primeiro vocalista da banda Cidade Negra e um dos ícones do reggae nacional, Ras Bernardo estará no Bar do Gago, em Novo Hamburgo, na noite deste sábado (04/11). Ele estará acompanhado da banda Hotep. Para o show de abertura, foram escalados os hamburguenses da No Apartheid. Os ingressos custam apenas 15 reais. Se liga aí:

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