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Confirmado o diretor do novo filme do Batman

Matt Reeves havia sido anunciado semanas atrás, depois desistiu e agora mudou de ideia.

Divulgação
Ben Affleck em uma das imagens de divulgação do filme Batman vs Superman, de 2016
A revista norte-americana de cinema Variety está noticiando que a Warner fechou contrato com o diretor Matt Reeves (Cloverfield, Planeta dos Macacos: O Confronto) para assinar o próximo filme do Batman, que será estrelado por Ben Affleck. Em princípio, a produção estava prevista para 2018.

O filme solo da nova fase do homem-morcego tem passado por turbulências. Após a saída do diretor Chris Nolan e do ator Christian bale da série no cinema, Ben Affleck assumiu o papel pela primeira vez em Batman vs Superman, no ano passado. Ele também fez ponta em Esquadrão Suicida, ainda em 2016, além de estar no elenco do filme da Liga da Justiça, que estreia agora em 2017. Affleck também iria dirigir o filme do Homem-Morcego de 2018. Porém, há algumas semanas anunciou que desistiu do projeto como diretor, permanecendo no papel principal. Já Reeves chegou a ser anunciado há duas semanas, mas depois desistiu. Agora, a Variety noticia que as negociações tinham emperrado. A notícia também informa que o estúdio não deu data de lançamento ainda.

 

Concorrentes ao Oscar: Manchester à Beira Mar

Filme com estrutura de peça de teatro tem jeitão de independente, mas tem grandes nomes na produção.

Divulgação/
Manchester à Beira-Mar é uma daquelas produções que aparecem em época de Oscar. Concorrendo em seis categorias, incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor ator, tem um jeitão de independente, embora tenha bastante gente famosa no elenco.

A história acompanha o taciturno Lee Chandler (Casey Affleck), um zelador de prédio em Massachusetts, EUA, que parece levar a vida em ponto morto, sem se interessar por nada nem ninguém. É só quando ele é chamado pelo hospital de sua cidade natal, Manchester-by-the Sea (daí o título), que o espectador começa a ter vislumbres de um passado traumático. Seu irmão morre logo no início do filme, e ele se vê frente ao dilema de ter que assumir a guarda do sobrinho adolescente, apesar de ter fugido da cidade por causa de outro drama pessoal. Ambos, o tio e o jovem, terão um convívio tenso e precisarão aprender a conciliar suas tragédias.

Este é o terceiro filme do diretor Kenneth Lonergan, que é mais famoso como roteirista (são dele os scripts de Gangues de Nova York, de Scorsese, e A Máfia no Divã). Um dos grandes pontos altos é a narrativa com poucos diálogos e muitas nuances nas cenas, cheias de climas e subentendidos. Mais do que as falas, são os olhares e os silêncios que contam a história.

Com uma estrutura narrativa quase de peça de teatro, não é de surpreender que o filme participe do Oscar em três categorias de atuação (além de Affleck como melhor ator, também concorrem como coadjuvantes Lucas Hedges e Michelle Williams), assim como roteiro original (do próprio diretor). Em uma dinâmica típica do grande teatro norte-americano, os momentos climáticos estão quase todos dentro de diálogos.

Manchester à Beira-Mar é bem conduzido e com uma temática madura, mas nem por isso se safa de alguns exageros. A começar pelas próprias trajetórias dos personagens principais, o roteiro tem um pé no dramalhão. Os toques melodramáticos acabam contrastando com as sutilezas narrativas. Casey Affleck consegue construir um grande personagem entre silêncios e pausas, mas também é preciso admitir que o irmão de Ben Affleck parece ter herdado de família uma certa preferência por fazer ar de cachorro largado.

Com seu andamento mais lento, deprê e contemplativo, o filme pode até irritar aquela galera que tenha ido ao cinema só pelo hype. Mas a crítica, de certa maneira, é injusta, porque Manchester não é, na verdade, uma daquelas produções para o circuitão. Estaria mais à vontade em cinematecas e salas alternativas – inclusive já tendo sido escanteado para horários restritos. É um daqueles filmes cabeça que a Academia decide prestigiar para mostrar que Hollywood também sabe fazer boa dramaturgia.

Leve lenço e travesseiro. Esconda as giletes.

O incrível homem que encolheu

Clássico da ficção científica, do mesmo diretor de O Monstro da Lagoa Negra e Tarântula, está de aniversário.

Reprodução/
Cartaz de O Incrível Homem que Encolheu, filme de 1957
Foi em fevereiro de 1957, 60 anos trás, a première de O Incrível Homem que Encolheu (The Incredible Shrinking Man), clássico terror/sci fi de Jack Arnold (mesmo diretor de Tarântula! e O Monstro da Lagoa Negra). Era a história de um homem comum que era exposto a uma névoa misteriosa e começava a encolher sem parar. Diminuía tanto que acabava perdido no deserto perigoso do porão da própria casa, enfrentando ameaças como aranhas e insetos. O roteiro sensacional era do escritor Richard Matheson (o mesmo de Eu Sou a Lenda).

Morreu Al Jarreau, da música da Gata e o Rato

Cantor também ficou conhecido no Brasil pela participação em We Are the World.

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Al Jarreau, cantor norte-americano de jazz e R&B que morreu aos 76 anos

A lenda do jazz Al Jarreau morreu neste domingo, aos 76 anos - informou seu agente. Sete vezes ganhador do Prêmio Grammy - em variadas categorias, entre elas, jazz, pop e R&B -, ele morreu em um hospital de Los Angeles, dias depois de anunciar que ia se aposentar devido à exaustão. A causa de sua morte não foi revelada, mas, há seis anos, sofreu problemas respiratórios durante uma viagem à França.

Há apenas alguns meses, o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama lhe prestou uma homenagem na Casa Branca, no Dia Internacional do Jazz. Um dos maiores sucessos de Al Jarreau foi "Moonlighting", a música tema do seriado cult dos anos 80 de mesmo nome e conhecido no Brasil como "A Gata e o Rato", o primeiro sucesso do ator Bruce Willis. Foi um dos artistas que cantaram, em 1985, o tema "We Are the World", música escrita por Michael Jackson e Lionel Richie para arrecadar dinheiro contra a fome que castigava a Etiópia.

Nascido em 12 de março de 1940 em Milwaukee (norte), Alwyn Lopez Jarreau era filho de um pastor e de uma pianista de igreja. Começou a cantar muito jovem nos bares de sua cidade natal, onde sua voz não passou despercebida. Depois estudou psicologia, sem jamais abandonar a música. Fez nome em Los Angeles, Nova York e por meio de suas aparições na televisão. (AFP)

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