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Tecnologia

Novo iOS 11 tenta acelerar iPhones e iPads

Disponibilizado nesta terça (19), sistema operacional mobile da Apple melhora recursos de multitarefa, de olho no usuário profissional.

Divulgação
Imagem de divulgação do novo sistema operacional iOS 11 da Apple, destacando os recursos de multitarefa
A Apple disponibilizou nesta terça (19) seu novo sistema operacional para dispositivos móveis, o iOS 11. Ele havia sido anunciado meses atrás e permaneceu em versão beta (de testes) durante três meses. Agora, está sendo oferecido como upgrade aos usuários com modelos compatíveis de iPhone e iPad.

A principal inovação do novo iOS é incrementar o uso multitarefa, função especialmente útil para usuários profissionais. O app Arquivos funciona de forma semelhante ao Explorer dos PCs e facilita visualizar e gerenciar pastas e arquivos. O Dock, a barra inferior de apps, também está reformulada e pode ser acessado de qualquer tela, sem fechar aplicativos. O novo Dock também permite abrir um segundo app em tela paralela ou em cascata, o que permite, por exemplo, arrastar elementos de um para outro. Isto é útil em funções de edição e de design, por exemplo. O recurso de arrastar e soltar elementos também está disponível para mensagens.

Divulgação Apple
Modelos de iPad com acessórios apresentados pela Apple em seu evento de 5 de junho de 2017. Novos dispositivos tentavam atrair o público profissional, mesmo caminho adotado pelo iOS 11
Outras novidades incluem aprimoramentos no teclado, mapas, sistema de marcações e caneta virtual. A Central de Controle (onde se opta por Modo Avião, volume e outras funções) agora pode ser customizada pelo usuário. A App Store também foi reformulada. 

A Apple afirma que o iOS 11 também acelera o desempenho dos dispositivos, embora isto possa não se confirmar em todos os casos, especialmente para iPhones e iPads mais antigos. O novo sistema móvel chega de olho no mercado de profissionais, tentando otimizar o rendimento de aplicações nos dispositivos de nova geração como os iPads de tela maior, já buscando cativar um público vindo dos computadores de mesa.

Os modelos compatíveis com o novo iOS 11 (os demais não oferecerão a opção de upgrade):

iPhone X
iPhone 8
iPhone 8 Plus
iPhone 7
iPhone 7 Plus
iPhone 6s
iPhone 6s Plus
iPhone 6
iPhone 6 Plus
iPhone SE
iPhone 5s

iPad Pro de 12,9 polegadas (2ª geração)
iPad Pro de 12,9 polegadas (1ª geração)
iPad Pro de 10,5 polegadas
iPad Pro de 9,7 polegadas
iPad Air 2
iPad Air
iPad
(5ª geração)
iPad mini 4
iPad mini 3
iPad mini 2

iPod touch
(6ª geração)

Mudança no Google Drive para PC

Serviço passou a se chamar Backup e Sincronização, dentro de um novo projeto do Google.

Reprodução
Logotipo do Google Sincronização e Backup, que substituiu o Google Drive para PC
Usuários do Google Drive para PC devem ter percebido uma mudança nos últimos dias. O tradicional ícone que ficava na bandeja do sistema mudou, sendo substituído por uma nuvem. E o nome também mudou. Agora é Google Backup e Sincronização.

A mudança não é só no nome e no ícone. Em princípio, a transformação faz parte de uma mudança ambiciosa no serviço do Google. O Google Drive para PC permitia ao usuário controlar uma pasta específica do computador e sincronizá-la com a nuvem, fazendo um backup automático. Desde o início do ano, o Google havia sinalizado que seu plano seria transformar o Drive em um backup completo do PC na nuvem. Eventualmente, ele fará uma cópia do disco rígido inteiro.

Reprodução
Logotipo do Google Drive. A versão para PC não utiliza mais este layout
Por enquanto, usuários do Google Drive que já tinham o serviço instalado no PC não vão notar grandes diferenças. A pasta continuará sendo monitorada e atualizada na rede. Mas eventualmente o limite de espaço deve ser ampliado, e os usuários vão ganhar a opção de contratar espaço adicional para até mesmo copiar o computador inteiro na rede.

A mudança automática do Google Drive para o Backup e Sincronização também surpreendeu alguns usuários por contradizer uma informação prévia. Chegou a ser noticiado no início de setembro que o Google abandonaria o Drive para PC até março de 2018, e que os usuários começariam a receber notificações de que deviam migrar para o app de Backup antes disso. Ainda não foi confirmado se a atualização automática que acabou de acontecer para o Backup e Sincronização é definitiva, ou se representa uma solução provisória até que os usuários decidam pela adesão ao outro app.


Analista da JPMorgan compara bitcoin a fraudes de pirâmide

Especialista diz que criptomoeda funcionaria baseada apenas na própria expansão, sem realmente agregar valor.

Stock Xchng
Bitcoin, moeda criptografada virtual. Ele não tem existência física, a moeda acima é um modelo criado para ilustração, incorporando o logotipo
Em mais uma polêmica cercando o bitcoin, um analista da empresa de avaliação de riscos JPMorgan acaba de comparar a criptomoeda aos esquemas de pirâmide. Consideradas uma forma de fraude e proibidas por lei, as pirâmides são investimentos nos quais o capital de entrada dos novos usuários termina servindo para dar lucro aos usuários anteriores.

Pirâmides costumam seguir sempre a mesma dinâmica, com grupos de vendedores tentando ampliar cada vez mais a base de usuários para conseguir manter a lucratividade do capital entrante. Porém, fazendo isso, o esquema não chega a produzir efetivamente valor.

A comparação do bitcoin a um esquema de pirâmide foi feita por Marko Kolanovic, analista da JPMorgan que pela influência nos círculos financeiros já foi apelidado de "Gandalf", em alusão ao mago da saga Senhor dos Anéis. Ele disse que a dinâmica do bitcoin, em que as moedas foram em boa parte geradas no início do sistema e podem ter sido monopolizadas por poucos usuários, tem paralelos com o esquema das pirâmides.

No passado, o bitcoin já foi acusado de facilitar lavagem de dinheiro. Pela ausência de uma regulamentação central, também, teme-se que a criptomoeda favoreça oscilações especulativas.

 

Spotify não funciona mais no navegador Safari da Apple

Medida atinge usuários de MacOS que usam o serviço via web. Solução é usar Firefox ou Chrome.

Divulgação
Logotipo do Spotify, o mais popular dos serviços de streaming de música
O Spotify abandonou o suporte ao navegador Safari, que é o browser preferencial do sistema MacOS dos computadores de mesa da Apple e também dos dispositivos móveis com iOS, como o iPhone e o iPad. Até agora, foi confirmado que o serviço de streaming parou de funcionar para usuários de modelos Mac que acessavam via Web pelo Safari. Usuários de iOS em geral costumam usar o app do Spotify, então dificilmente serão atingidos pelo problema. Mas quem acessar o streaming via Safari talvez tenha dificuldades.

Não houve justificativa oficial para que o Safari tenha sido abandonado no suporte do Spotify via Web. Uma das possibilidades, para a imprensa especializada internacional, é que tenha a ver com o sistema de proteção de direitos autorais do Spotify, que emprega um software que não é suportado pelo Safari.

Usuários de máquinas da Apple que acessem o Spotify via Web ainda podem fazer isso, mas devem empregar outro browser, como o Chrome ou o Firefox.

Mesmo usuários que utilizarem o Spotify pelo Safari talvez não enfrentem problemas imediatamente. A ausência de suporte quer dizer que eventuais problemas não serão mais corrigidos, mas não impede que o serviço siga funcionando em alguns casos. Nos fóruns da Internet, já aparecem tanto casos de usuários que perderam o acesso quanto outros que ainda relatam funcionamento normal no Safari. 

 

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