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Notícias | Rio Grande do Sul Estado

Governo prevê chamamento de 4,4 mil novos servidores para a área da Segurança em três anos

Brigada receberá o maior número de novos servidores, no total serão 2.776

Última atualização: 08.11.2019 às 14:11

Brigada receberá o maior número de novos servidores, no total serão 2.776 Foto: Brigada Militar/ Divulgação
O governado do Estado divulgou na manhã desta sexta-feira (8) que irá chamar 4.459 novos servidores para a Brigada Militar, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil e a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) no decorrer dos próximos três anos.

O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Leite e pelo vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, durante coletiva no Palácio Piratini. O chamamento será gradual e deverá ocorrer entre março de 2020 e março de 2022 (confira no quadro abaixo), levando em consideração as vagas remanescentes de concursos já prestados anteriormente.

“O cronograma viabiliza o chamamento de forma programada e responsável, permitindo a manutenção de efetivo e evitando a criação de uma defasagem de efetivo, por conta de aposentadorias, que resultasse na precarização de serviços e de chamamentos em massa. É o resultado de trabalho de análise técnica e critérios de impacto financeiro e de aposentadorias previstas”, explicou o governador.

 

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Para onde vão os agentes

A Brigada Militar receberá 2.776 novos servidores (2.576 praças e 200 oficiais); no Corpo de Bombeiros Militar irão ingressar 351 servidores (50 oficiais e 301 soldados); na Polícia Civil, serão 882 chamados (100 delegados e 782 agentes), e a Susepe, por sua vez, agregará ao quadro 450 servidores (400 agentes penitenciários e 50 agentes penitenciários administrativos). No total, serão 4.459 novos servidores. No caso da Susepe, o planejamento estratégico de abertura de novas vagas pode acarretar em modificações do que está previsto, com aceleração de nomeações.

Concurso do IGP segue suspenso

O concurso para o Instituto-Geral de Perícias realizado em 2017 foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) por problemas relativos ao gabarito. Um grupo de trabalho formado por Secretaria de Segurança Pública, Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Fundatec está cumprindo as deliberações do TCE para sanear o concurso, razão pela qual a PGE acredita que até o final do ano deva ter um parecer favorável da Corte pela liberação das novas nomeações.

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