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Conviva com as opiniões diferentes

A diversidade existe e pode ser debatida, mas não deve se tornar motivo de intolerância e ódio

Publicado em: 22.09.2021 às 06:00

Ao analisar as atitudes intolerantes, apáticas e as demonstrações de ódio que ocorrem com frequência (especialmente nas redes sociais), é possível fazer algumas reflexões: por que as pessoas não admitem o que se diferencia da sua concepção do que é correto? O que leva os indivíduos a se mostrarem tão intolerantes com escolhas - como a posição política - diferentes das suas?

Não se esqueça: as diferenças e as discordâncias entre as pessoas são boas oportunidades de aprendizado e crescimento
Não se esqueça: as diferenças e as discordâncias entre as pessoas são boas oportunidades de aprendizado e crescimento Foto: Adobe Stock

É fato que a diversidade de ideias é tão natural na sociedade quanto a necessidade de se expressar. Sendo assim, não é possível ignorar nem um nem outro. Ou seja: a diversidade existe e pode ser debatida, mas não deve se tornar motivo de intolerância e ódio.

Como então é possível conviver com essas diferenças e tornar o mundo - ou minha casa, meu bairro, minha cidade - um lugar mais harmonioso? Em primeiro lugar, é preciso entender a diversidade como oportunidade de crescimento, destaca a psicóloga e professora da Fae Centro Universitário, Giovanna Medina.

É possível encará-la como oportunidade de criar novas maneiras de enxergar o mundo e, assim, aprender cada vez mais. Dessa forma, a diversidade é necessária. "O aprendizado se dá na diversidade, no novo, na criatividade. Nunca teremos uma situação confortável sem promover desenvolvimento. As crises estão aí para promover esse crescimento", ressalta.

No lugar do outro

Há ainda o fato de que parte da sociedade tende a comportar-se de forma cada vez mais egoísta, devido às dores, o que tem se agravado na pandemia. E isso, segundo Giovanna, precisa ser modificado.

"Eu preciso me colocar mais no lugar do outro e, com isso, me desenvolver. Entender que não sou dono da verdade, adotar uma visão mais colaborativa do que de julgadora. Quando eu faço isso, me conecto ao todo e tendo a ter mais empatia."

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