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Notícias | Canoas PROMESSA CANOENSE

Jovem de Canoas vai disputar o Gauchão sub-11 pelo Grêmio

Luan Moreira conhecido como "Caxopa", 11 anos, joga desde os 7 anos de idade.

Por Taís Forgearini
Publicado em: 22.06.2022 às 17:17 Última atualização: 23.06.2022 às 20:00

Promessa do futebol gaúcho, o menino Luan Moreira conhecido como "Caxopa", 11 anos, joga desde os 7 anos de idade. Teve uma breve passagem na base do Internacional, mas logo, foi para o time rival, o Grêmio, e desde então, segue jogando no tricolor.

Pais acompanham carreira de Luan Cachopa
Pais acompanham carreira de Luan Cachopa Foto: PAULO PIRES/GES
Caxopa disputa atualmente os campeonatos pela categoria sub-11. Joga na posição de centroavante, com a camisa 9, mesmo número que seu pai (ex-jogador) usava. O jovem talento cresceu no meio futebolístico e logo demonstrou interesse e habilidade com a bola. Recentemente o jovem jogador fechou patrocínio com uma grande marca de esportes por 4 anos.

Seu pai ex-jogador profissional, Leandro Luiz Moreira fala com orgulho do filho. “Hoje ele é referência para outros meninos da faixa etária dele. A postura dentro e fora de campo conta muito, o Luan sempre disposto a ajudar quem precisa, é uma característica dele ser solidário”, salienta o pai.
“Sempre deixamos ele muito à vontade para fazer o que gosta. Não queremos colocar um 'peso' de ser um jogador profissional nas costas dele.”

Antes de fechar contrato com a marca, Luan recebeu uma chuteira de outra empresa, da qual doou para um programa social. O calçado tem alto valor comercial e foi rifado para auxiliar na reforma do campo de futebol do projeto e para a compra de outras chuteiras. Os materiais foram distribuídos entre os garotos em situação de vulnerabilidade social que participam da iniciativa.
Meu sonho é seguir carreira no futebol", diz.

Desafios no esporte

Muitos meninos de outros Estados chegam para jogar nos times gaúchos. É comum que a família não venha por questões de distância, mas principalmente financeira. São crianças que chegam com um sonho de jogar e consequentemente melhor de vida.
“Todas as chuteiras e roupas que o tamanho não me serve mais e estão em boas condições, eu repasso para os guris que jogam comigo e precisam. Admiro as famílias que têm essa coragem, mas também entendo a necessidade. É uma realidade bastante dura. Imagino uma mãe ficar longe do filho pequeno por tanto tempo”, pondera a mãe do jogador.

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