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Notícias | Região EDUCAÇÃO

Encontro debate inovação e tecnologia em Taquara

Evento teve palestras com especialistas gaúchos sobre o tema

Por Redação
Publicado em: 01.07.2022 às 05:00 Última atualização: 01.07.2022 às 16:59

"Inovação acontece em todos os segmentos, desde que gere um valor agregado. Inovação é quebrar regras, tornar o impossível em possível. Para ser inovador é preciso ousar. Inovação não envolve, necessariamente, tecnologia, mas sempre envolve criatividade. Inovação é ousar e mudar realidade, e para isso é preciso conhecimento, criatividade e coragem", salienta o superintendente de Inovação e Desenvolvimento da Pontifícia Universidade Católica (PUC/RS), professor doutor Jorge Luis Nicola Audy, durante o 1º Encontro sobre Inovação, Ciência e Tecnologia, que ocorreu na tarde de quinta-feira, na sede das Faculdades Integradas de Taquara (Faccat).

1º Encontro sobre Inovação, Ciência e Tecnologia ocorreu nas Faculdades Integradas de Taquara
1º Encontro sobre Inovação, Ciência e Tecnologia ocorreu nas Faculdades Integradas de Taquara Foto: Claucia Ferreira/Faccat

O evento contou ainda com as palestras do diretor executivo do Instituto Hélice, Thomas Job Antunes; e do coordenador executivo do Tecnoucs - Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação, professor doutor César Panisson, que debateram sobre "Inovação: A Perspectiva da Indústria" e "Criação de um Ecossistema de Inovação". A realização foi do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional - Mestrado da Faccat.

Durante a abertura do evento, o diretor-geral da Faccat, Delmar Backes, fez o alerta de que mesmo com toda inovação tecnológica é preciso ter a responsabilidade da inclusão, destacando que é responsabilidade das universidades olhar a sociedade como um todo, além de criar possibilidades para que os jovens não sejam exportados por falta de oportunidades. "Neste sentido, as universidades têm um papel muito importante. Precisamos de inovação, da tecnologia, da ciência, mas não podemos deixar de fazer o papel de quem olha o todo. O que farão os milhões de brasileiros que só estão preparados para os trabalhos braçais? ", questiona Backes.

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