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Doação de sangue pede socorro

Por Angela Berthon
Publicado em: 12.01.2022 às 03:00 Última atualização: 12.01.2022 às 09:11

A doação de sangue vem sendo esquecida pela população. Antes mesmo da pandemia já sofríamos com a baixa adesão de doadores. Mesmo com a recente campanha na cidade ainda não atingimos o patamar desejado.

E esta diminuição até pode ser explicada pelo receio do doador em função da pandemia, mas é necessário retomarmos este ato de humanidade.

A falta de doadores nos hemocentros é preocupante, resultando, muitas vezes, em cancelamentos de cirurgias, a fim de manter seu estoque de sangue para situações de urgência.

Para que essa situação mude precisamos modificar o olhar. Doar sangue é um ato de solidariedade pois salva vidas.

Diante da necessidade de manter os estoques e a rede abastecida de sangue precisamos retomar as doações. Não quebre essa corrente do bem.

Pessoas com anemias crônicas, acidentes que causam hemorragias, complicações decorrentes da dengue, febre amarela, tratamento de câncer e outras doenças graves, continuam ocorrendo.

Ou seja, o consumo de sangue é diário e contínuo, e acima de tudo, um gesto humanitário de solidariedade, cidadania, amor ao próximo e também o bem estar coletivo.

Uma única doação é suficiente para salvar diversas vidas. Sempre que uma pessoa necessitar de uma transfusão, seja devido a um acidente, procedimento cirúrgico ou doença, o doador estará salvando vidas.

Lembrando que o sangue é um recurso importante tanto para tratamentos planejados como intervenções cirúrgicas.


O artigo publicado neste espaço é opinião pessoal e de inteira responsabilidade de seu autor. Por razões de clareza ou espaço poderão ser publicados resumidamente. Artigos podem ser enviados para opiniao@gruposinos.com.br
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